Wellington Marques

Wellington Marques

Arquétipos da Umbanda e o Espírito

Este artigo propõe uma leitura teológica dos arquétipos da Umbanda como estruturas espirituais vivas, por meio das quais o Espírito se manifesta de forma inteligível à consciência humana. A partir de W. W. da Matta e Silva, reflete sobre os arquétipos como mediações simbólicas entre o princípio divino e sua expressão no mundo, revelando a Umbanda como uma teologia em permanente movimento, fundada na experiência, no serviço e na integração da alma.

Jung e o sagrado cotidiano

O sagrado nem sempre se revela em momentos extraordinários. Muitas vezes, ele se manifesta no simples, no repetido, no cotidiano que passa despercebido. Para Carl Gustav Jung, é justamente aí que a alma encontra sentido.

Individuação: caminho de quem se é

Há um momento em que viver apenas para corresponder às expectativas deixa de fazer sentido. Algo chama por dentro, pedindo autenticidade, coerência e verdade. Para Carl Gustav Jung, esse chamado tem nome. Individuação. O processo pelo qual a alma se torna inteira.

Arquétipos: imagens que habitam o ser

Existem imagens que não aprendemos, mas reconhecemos. Figuras que atravessam sonhos, mitos e histórias pessoais como se já nos acompanhassem desde sempre. Para Carl Gustav Jung, esses símbolos não são criações individuais. São arquétipos. Imagens vivas da alma humana.