O símbolo como linguagem do sagrado

Há verdades que não cabem em palavras. Quando a razão se cala, o símbolo fala. Para Carl Gustav Jung, o símbolo é a linguagem natural do sagrado, a ponte viva entre o consciente e o mistério que habita a alma.

Há verdades que não cabem em palavras. Quando a razão se cala, o símbolo fala. Para Carl Gustav Jung, o símbolo é a linguagem natural do sagrado, a ponte viva entre o consciente e o mistério que habita a alma.

Mircea Eliade revelou que o símbolo é a palavra do sagrado e o rito é o seu gesto. Este artigo reflete sobre a função espiritual dos símbolos e dos rituais como pontes entre o visível e o invisível, e mostra como a Umbanda conserva essa linguagem viva do espírito em movimento.