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Falanges Auxiliares da Umbanda

As falanges auxiliares da Umbanda expressam a diversidade do serviço espiritual e a proximidade do sagrado com a experiência humana cotidiana. Este artigo propõe uma leitura teológica dos Marinheiros, Boiadeiros, Baianos e Ciganos como desdobramentos das linhas de força da Umbanda, revelando uma espiritualidade que se manifesta na adaptação, na coragem, na alegria e na liberdade a serviço do amor divino.

Exu: lei, guarda e movimento

Exu expressa, na Umbanda, o princípio da lei divina em movimento, responsável por sustentar o equilíbrio entre ação e consequência. Este artigo propõe uma leitura teológica de Exu como guardião das passagens da vida e educador da vontade humana, revelando sua função sagrada como força organizadora que conduz o ser humano à responsabilidade espiritual e à consciência de suas escolhas.

Criança: pureza que renova o espírito

O arquétipo da Criança na Umbanda expressa a fé em seu estado mais essencial, marcada pela confiança, pela entrega e pela alegria que renova o espírito. Este artigo propõe uma leitura teológica da Criança como força espiritual de recomeço e purificação interior, revelando a pureza não como ingenuidade, mas como sabedoria que reconcilia o ser humano com sua essência divina.

Caboclo: força da terra e da lei

O Caboclo expressa, na Umbanda, a força espiritual que nasce da harmonia com a lei natural e da fidelidade à verdade interior. Este artigo propõe uma leitura teológica do Caboclo como arquétipo da ação consciente, da disciplina que educa e da espiritualidade vivida como coerência entre fé, serviço e responsabilidade diante da criação.

Preto Velho: sabedoria da experiência

O Preto Velho expressa, na Umbanda, uma sabedoria que nasce da travessia consciente da dor e da reconciliação interior. Este artigo reflete sobre sua função espiritual como arquétipo do amadurecimento da alma, revelando uma pedagogia fundada na paciência, na escuta e no amor que transforma a experiência humana em consciência.

Arquétipos da Umbanda e o Espírito

Este artigo propõe uma leitura teológica dos arquétipos da Umbanda como estruturas espirituais vivas, por meio das quais o Espírito se manifesta de forma inteligível à consciência humana. A partir de W. W. da Matta e Silva, reflete sobre os arquétipos como mediações simbólicas entre o princípio divino e sua expressão no mundo, revelando a Umbanda como uma teologia em permanente movimento, fundada na experiência, no serviço e na integração da alma.